segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Nhuki Nhuki!

Reparem como o entusiasmo da miúda (nhukunhulinhukinhukinhki!) vai decrescendo (para um simples nhuki... nhuki... e uma cara de nojo), especialmente quando repara que está a ficar com o cabelo todo sujo. Deve ser um novo tratamento capilar, ou assim...


Feliz Navidad! (que é como quem diz, tomem lá uma musiquinha toda bónita)

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Esses Bastardos do Contenente!



O que se pode dizer sobre tanta classe... Na verdade, não se pode dizer muito mais, aqui o Beto já disse tudo!

domingo, 28 de novembro de 2010

"Mourinho é doente mental"



Sim, parece-me que o diagonóstico está correcto. O paciente é que foi o errado!

The winner takes it all (including your sanity)



Por onde começar????? A voz e a entoação do senhor? A tradução literal desta música já por si só tão profunda? A escolha maravilhosa do grafismo das letras (que me parece ser a única racional, visto que lembra aquelas fitas da polícia para manter as pessoas afastadas das cenas de crime)? Os cenários foleiros?

A indecisão mata-me... E este vídeo também.

segunda-feira, 1 de março de 2010

Phanta du Prince -- Encosta-te a Mim

Nunca fui grande amigo do teckno minimal. Musica cerebral para pastilhados? Percebo a ideia de musica para dançar, despida do máximo de enfeites e concentrada no essencial, mas sempre que punha o produto (sonoro) em teste numa qualquer festa lisboeta (e há muitas), acabava por desistir cedo e procurar outra coisa rapidamente, antes de adormecer derrotado em cima duma coluna.

Foi por isso com bastantes reservas que avancei para este Black Noise, do Phanta du Prince. As fontes que o recomendam como dos melhores do ano não são as comuns para este género, quem sabe poderia ser mais um daqueles álbuns crossovers a lá Outkast que agradam a toda a gente de todos os lados e vendem milhares mas são esquecidos por todas as frentes duas semanas depois.

O álbum não é crossover de coisa nenhuma. Na verdade, ainda troço o nariz a quem o apelida de teckno minimal, pois eu me tenho afastado tanto do género que já não sei o que ele é, ou então houve uma revolução assustadora. Os sons não são mínimos - no máximo são concretos - e as paisagens sonoras são a Islândia, não o Pólo Norte. Uma absoluta delícia do principio ao fim dos seus assustadores 70 minutos de duração, mais que recomendado para os amantes da electrónica mais exigente que ainda precisem de carinho.

Esta não é uma resenha do álbum, confesso que já se tornou um vício por aqui e escrevo esta trapalhada enquanto o oiço pela quarta vez desde que acordei; mas este texto não é sobre a obra completa. É mais apresentação daquela que já é das melhores colaborações do ano, chama-se Stick To My Side e é Pantha du Prince com Noah Lennox (Panda Bear), apresentação do - ok, pronto - excelente Black Noise, editado já pela Rough Trade. Fica aqui o doce.


sábado, 27 de fevereiro de 2010

Museu da Menstruação



Pois é. Ás vezes, quando estamos à procura de informação, encontramos o que não queremos.

Enquanto pesquisava para um trabalho, deparei-me com o Museum of Menstruation and Women's Health. A primeira pergunta é "WTF???!!!". Contudo, após este primeiro choque, a curiosidade ataca. Mas essa curiosidade não pode ser saciada porque o site é simplesmente tão bem pensado como a existência deste museu. Fica à vossa consideração:

http://www.mum.org/


Mas se acham que este é ridículo, leiam isto!

Sem dúvida, a melhor música de sempre.



Ajuda se ouvirem a música a ler a letra:

lolololololololololololoooooooooooooooooooooooooooooooo lololoooooooooooooooo looooooooo loooooooooooooo
ah ah ah ah ah ahahahah ahahaha

oh ho ho ho oh
hohohoho hoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooó

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Eh pa, desculpem lá, adormeci ao 1000º ló do senhor de cara psicopata...

(Juro que tenho um prof que fala esta língua!)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

O Anús, antro de cultura

Embora a exposição já tenha acabado, acreditamos ser essencial dar-vos a conhecer a obra exposta, em 2007, na Fundação Serralves, cujo tema é, nada mais nada menos, que o buraco onde o sol não brilha.

O Anús, rabo, olho do cú, ou como lhe quiserem chamar é um local vastamente negligenciado. Gostamos de esquecer que o temos, mas, se não o tivéssemos, seriamos, com toda a certeza, bastante infelizes. É através dele que nos libertamos do que não interessa, do que nos poderia afectar a saúde e a disposição se ficasse dentro de nós. Se as nossas vidas tivessem um olho do cú, seriam, com toda a certeza, muito mais felizes!

Deixo-vos com as imagens de tão bom uso dos fundos do ministério da cultura:



quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Toy, o brinquedo bimbolé.

Neste Blog nunca se falou do Toy. É uma falha gravíssima que decidi resolver hoje, porque me sinto especialmente mal-humorada e me apetece gozar e ser mesquinha.

Toy... Toy... Toy... O que se pode dizer sobre ele? Melhor será talvez mostrar:



Não querendo ultrapassar a já extensiva análise dos Gatos, gostaria apenas de afirmar que, se houver por aí um homem que tinha em si a capacidade de declarar os seus sentimentos com tão grande nível de sensibilidade, apenas tem que contactar o endereço de e-mail do blogue e marcamos já casamento. Não resisto a um homem bardajola.

Contudo, nada supera a súplica da inocente menina: "Cala-te só um bocadinho..."
Por esta não esperavas tu, Toy!

Mas porque será que a menina não gostou das baladas deste génio da música popular portuguesa?



Ah. Já percebi. A dança, o cabelo, o ar esgazeado e tresloucado... Foi sensualidade a mais para a pobre inocente.

Toy diz-nos que " se for para trabalhar, chama outro por favor". Aparentemente, se for para cantar também é melhor chamar outro.