domingo, 28 de novembro de 2010
"Mourinho é doente mental"
Sim, parece-me que o diagonóstico está correcto. O paciente é que foi o errado!
The winner takes it all (including your sanity)
Por onde começar????? A voz e a entoação do senhor? A tradução literal desta música já por si só tão profunda? A escolha maravilhosa do grafismo das letras (que me parece ser a única racional, visto que lembra aquelas fitas da polícia para manter as pessoas afastadas das cenas de crime)? Os cenários foleiros?
A indecisão mata-me... E este vídeo também.
segunda-feira, 1 de março de 2010
Phanta du Prince -- Encosta-te a Mim
Nunca fui grande amigo do teckno minimal. Musica cerebral para pastilhados? Percebo a ideia de musica para dançar, despida do máximo de enfeites e concentrada no essencial, mas sempre que punha o produto (sonoro) em teste numa qualquer festa lisboeta (e há muitas), acabava por desistir cedo e procurar outra coisa rapidamente, antes de adormecer derrotado em cima duma coluna.
Foi por isso com bastantes reservas que avancei para este Black Noise, do Phanta du Prince. As fontes que o recomendam como dos melhores do ano não são as comuns para este género, quem sabe poderia ser mais um daqueles álbuns crossovers a lá Outkast que agradam a toda a gente de todos os lados e vendem milhares mas são esquecidos por todas as frentes duas semanas depois.
O álbum não é crossover de coisa nenhuma. Na verdade, ainda troço o nariz a quem o apelida de teckno minimal, pois eu me tenho afastado tanto do género que já não sei o que ele é, ou então houve uma revolução assustadora. Os sons não são mínimos - no máximo são concretos - e as paisagens sonoras são a Islândia, não o Pólo Norte. Uma absoluta delícia do principio ao fim dos seus assustadores 70 minutos de duração, mais que recomendado para os amantes da electrónica mais exigente que ainda precisem de carinho.
Esta não é uma resenha do álbum, confesso que já se tornou um vício por aqui e escrevo esta trapalhada enquanto o oiço pela quarta vez desde que acordei; mas este texto não é sobre a obra completa. É mais apresentação daquela que já é das melhores colaborações do ano, chama-se Stick To My Side e é Pantha du Prince com Noah Lennox (Panda Bear), apresentação do - ok, pronto - excelente Black Noise, editado já pela Rough Trade. Fica aqui o doce.
Foi por isso com bastantes reservas que avancei para este Black Noise, do Phanta du Prince. As fontes que o recomendam como dos melhores do ano não são as comuns para este género, quem sabe poderia ser mais um daqueles álbuns crossovers a lá Outkast que agradam a toda a gente de todos os lados e vendem milhares mas são esquecidos por todas as frentes duas semanas depois.
O álbum não é crossover de coisa nenhuma. Na verdade, ainda troço o nariz a quem o apelida de teckno minimal, pois eu me tenho afastado tanto do género que já não sei o que ele é, ou então houve uma revolução assustadora. Os sons não são mínimos - no máximo são concretos - e as paisagens sonoras são a Islândia, não o Pólo Norte. Uma absoluta delícia do principio ao fim dos seus assustadores 70 minutos de duração, mais que recomendado para os amantes da electrónica mais exigente que ainda precisem de carinho.
Esta não é uma resenha do álbum, confesso que já se tornou um vício por aqui e escrevo esta trapalhada enquanto o oiço pela quarta vez desde que acordei; mas este texto não é sobre a obra completa. É mais apresentação daquela que já é das melhores colaborações do ano, chama-se Stick To My Side e é Pantha du Prince com Noah Lennox (Panda Bear), apresentação do - ok, pronto - excelente Black Noise, editado já pela Rough Trade. Fica aqui o doce.
sábado, 27 de fevereiro de 2010
Museu da Menstruação

Pois é. Ás vezes, quando estamos à procura de informação, encontramos o que não queremos.
Enquanto pesquisava para um trabalho, deparei-me com o Museum of Menstruation and Women's Health. A primeira pergunta é "WTF???!!!". Contudo, após este primeiro choque, a curiosidade ataca. Mas essa curiosidade não pode ser saciada porque o site é simplesmente tão bem pensado como a existência deste museu. Fica à vossa consideração:
http://www.mum.org/
Mas se acham que este é ridículo, leiam isto!
Sem dúvida, a melhor música de sempre.
Ajuda se ouvirem a música a ler a letra:
lolololololololololololoooooooooooooooooooooooooooooooo lololoooooooooooooooo looooooooo loooooooooooooo
ah ah ah ah ah ahahahah ahahaha
oh ho ho ho oh
hohohoho hoooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooó
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Eh pa, desculpem lá, adormeci ao 1000º ló do senhor de cara psicopata...
(Juro que tenho um prof que fala esta língua!)
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
O Anús, antro de cultura
Embora a exposição já tenha acabado, acreditamos ser essencial dar-vos a conhecer a obra exposta, em 2007, na Fundação Serralves, cujo tema é, nada mais nada menos, que o buraco onde o sol não brilha.
O Anús, rabo, olho do cú, ou como lhe quiserem chamar é um local vastamente negligenciado. Gostamos de esquecer que o temos, mas, se não o tivéssemos, seriamos, com toda a certeza, bastante infelizes. É através dele que nos libertamos do que não interessa, do que nos poderia afectar a saúde e a disposição se ficasse dentro de nós. Se as nossas vidas tivessem um olho do cú, seriam, com toda a certeza, muito mais felizes!
Deixo-vos com as imagens de tão bom uso dos fundos do ministério da cultura:

O Anús, rabo, olho do cú, ou como lhe quiserem chamar é um local vastamente negligenciado. Gostamos de esquecer que o temos, mas, se não o tivéssemos, seriamos, com toda a certeza, bastante infelizes. É através dele que nos libertamos do que não interessa, do que nos poderia afectar a saúde e a disposição se ficasse dentro de nós. Se as nossas vidas tivessem um olho do cú, seriam, com toda a certeza, muito mais felizes!
Deixo-vos com as imagens de tão bom uso dos fundos do ministério da cultura:

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
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